SIMBOLISMO (1886 a 1922): O Simbolismo surgiu na França, no final do século XIX, mas depois se espalhou pela Europa e chegando ao Brasil. Caracterizou-se por subjetivismo, individualismo e misticismo. Como característica, rejeitava a abordagem da realidade e a valorização do social feitas pelo realismo e pelo naturalismo. Palavras e personagens possuem significados simbólicos.
Para os simbolistas a arte deve ser uma síntese entre a  percepção dos sentidos e a reflexão intelectual. Buscavam revelar o outro lado da mera aparência do real. Em muitas obras enfatizam a pureza e a espiritualidade dos personagens. Em outras, a perversão e a maldade do mundo. A atração pela ingenuidade faz com que vários artistas se interessem pelo primitivismo. Destacam-se os franceses Gustave Moreau (1826-1898) e Odilon Redon (1840-1916). A partir de 1890, o simbolismo difunde-se por toda a Europa e pelo resto do mundo. Na Áustria ganha a interpretação pessoal do pintor Gustav Klimt (1862-1918). O norueguês Edvard Munch concilia os princípios simbolistas a uma expressão trágica que depois faz dele representante do expressionismo. Na França destacam-se os pintores Maurice Denis (1870-1943) e Paul Sérusier (1864-1927), além do escultor Aristide Maillol (1861-1944). No Brasil, o movimento influencia parte das pinturas de Eliseo Visconti e Lucílio de Albuquerque (1877-1939). É muito marcante nas obras de caráter onírico de Alvim Correa (1876-1910) e Helios Seelinger (1878-1965).
 

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